PUC ignora contraproposta no processo dos “Cinco minutos”: cai último recurso no TST

Agora a PUC não tem mais argumentos para se negar a negociar ou continuar protelando a negociação do processo dos “Cinco minutos”. Na última semana, o TST derrubou o último recurso da PUC, devendo agora o processo caminhar para a fase de cálculos e execução.

Há mais de 60 dias, movidos por uma contraproposta da mantenedora da PUC-Campinas com relação ao pagamento, via acordo, do processo da diferença de 5 minutos, relativo ao aumento da duração da aula noturna, os professores se reuniram em assembleia na sede do Sinpro, rejeitaram a contraproposta da Univerversidade e concederam prazo de 15 dias para que a Mantenedora da PUC se manifestasse sobre a contraporposta dos docentes.

A proposta elaborada pela assembleia e sugerida pelo Sinpro Campinas e pela Apropucc, era o pagamento de R$ 14 milhões, livre de encargos, divididos em cinco parcelas mensais, a serem quitadas dentro do ano de 2010. O acordo, por decisão da assembleia, deveria contemplar todos os professores que ministraram aulas no período noturno entre fevereiro de 2000 e junho de 2005. A decisão da assembleia foi encaminhada pelo Sinpro à Mantenedora da PUC, que até o momento não se dignou a responder.

Lamentamos, mais uma vez, esta forma desrespeitosa de agir.

Com a ausência de manifestação da Mantenedora, tudo volta à condição inicial, inclusive a incidência de juros mensais de 1%. Enquanto isso, o  processo continua em seu tramite normal. Cabe ao TST dar a sentença final.

Publicado em 28/06/2010